Corujinhas em Ação.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
MAPA CONCEITUAL: Uma aprendizagem significativa

Muitos acreditam que fazer o mapa conceitual é tarefa difícil, aqui vocês vão compreender que construir um mapa conceitual é algo simples e prático, que para se construir basta se ter um conhecimento prévio do assunto que o mapa vai se feito.
Passos:
1- Ler e compreender o texto
2- Escolher destaques e transforma-los em conceitos
3- Agrupa-los em estrutura hierárquica
4- Ligar os conceitos com palavras de ligação
5- Usar setas
6- Avaliar seu próprio mapa
7- Colocar 5 conceitos próprios, procurando integrar o novo conhecimento com o prévio.
Quando você seguir esses passos e se dedicar vai compreender que construir esse mapa vai ser tornar algo significante no seu estudo e como sabemos o que se torna significante vira aprendizagem. Onde ainda para facilita o seu trabalho existi um software que ajuda nessa elaboração, o Cmap Tools onde ele procura transforma seu mapa em imagem. Diante de tudo que foi dito o M.C’s é visto como uma ferramenta de aprendizagem que dar possibilidade do aluno construir seus conceitos próprios através de uma maneira que procura interagir o novo com o conhecimento prévio, podendo ser também maneira de você transforma seus conhecimentos em conceitos e avaliar o que você aprendeu.
domingo, 13 de novembro de 2011
Criminosos roubam US$ 14 milhões em fraude de anúncios on-line
Criminosos na internet desenvolveram um esquema internacional para sequestar mais de 4 milhões de computadores em 100 países, manipulando o tráfego no Netflix e outros sites para gerar US$ 14 milhões em receitas fraudulentas de publicidade, disseram procuradores federais dos Estados Unidos na quarta-feira (9).
Seis das sete pessoas acusadas são estonianos que estão sob custódia nos EUA. O outro acusado é de origem russa. Os procuradores estimam que os criminosos roubaram pelo menos US$ 14 milhões durante cinco anos.
Cerca de 500 mil computadores nos EUA foram infectados com o malware, incluindo aparelhos de usuários comuns, instituições educacionais, entidades sem fins lucrativos e agências governamentais como a Nasa, disse Preet Bharara, procurador americano em entrevista coletiva.
Os suspeitos criavam seus próprios servidores falsos para, secretamente, redirecionar o tráfego da internet para sites onde eles tinham uma fatia da receita de publicidade. O problema foi descoberto pela primeira vez na Nasa, onde 130 computadores foram infectados. Os investigadores seguiram uma trilha até a Europa Oriental, onde os réus operavam empresas disfarçadas, de acordo com a acusação.
Uma vez que os computadores eram infectados, as pessoas que visitam os sites do Netflix, ESPN e Amazon, por exemplo, eram redirecionadas para sites onde os acusados ganhavam dinheiro por cada clique nos anúncios, disseram as autoridades.
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/11/criminosos-roubam-us-14-milhoes-em-fraude-de-anuncios-line.html
Seis das sete pessoas acusadas são estonianos que estão sob custódia nos EUA. O outro acusado é de origem russa. Os procuradores estimam que os criminosos roubaram pelo menos US$ 14 milhões durante cinco anos.
Cerca de 500 mil computadores nos EUA foram infectados com o malware, incluindo aparelhos de usuários comuns, instituições educacionais, entidades sem fins lucrativos e agências governamentais como a Nasa, disse Preet Bharara, procurador americano em entrevista coletiva.
Os suspeitos criavam seus próprios servidores falsos para, secretamente, redirecionar o tráfego da internet para sites onde eles tinham uma fatia da receita de publicidade. O problema foi descoberto pela primeira vez na Nasa, onde 130 computadores foram infectados. Os investigadores seguiram uma trilha até a Europa Oriental, onde os réus operavam empresas disfarçadas, de acordo com a acusação.
Uma vez que os computadores eram infectados, as pessoas que visitam os sites do Netflix, ESPN e Amazon, por exemplo, eram redirecionadas para sites onde os acusados ganhavam dinheiro por cada clique nos anúncios, disseram as autoridades.
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/11/criminosos-roubam-us-14-milhoes-em-fraude-de-anuncios-line.html
domingo, 30 de outubro de 2011
Novas tecnologias exigem novos conteúdos
Para Ana Teresa Ralston, da Abril Educação, desafio do mercado editorial é criar livro didático 100% multimídia
Nathalia Goulart
(Foto: Dan Kitwood/Getty Images) O mercado editorial e as empresas de sistemas de ensino começam a se preparar para uma nova realidade: a do livro didático digital. Com dispositivos como laptops, e-books e iPads, um novo cenário se apresenta para a educação. E também novos desafios. “Novas tecnologias requerem novos conteúdos”, diz Ana Teresa Ralston, diretora da tecnologia de educação e formação de professores da Abril Educação - grupo que reúne editoras e sistemas de ensino e é controlado pela família Civita, que também é dona da editora Abril, que publica VEJA. Convidada a falar sobre o tema em um painel especial da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que se encerra neste domingo, a especialista, diz que ainda é preciso investir tempo e recursos para criar um livro didático 100% digital e multimídia. Confirma a seguir os principais trechos da entrevista.
O futuro do livro é incerto, mas o processo de digitalização já começou, com os e-books, iPads e outros dispositivos. Em relação às obras didáticas, o que é possível constatar?
É possível dizer que temos uma revolução escondida. Uma revolução que já começou, mas que escapa à nossa observação porque acontece no processo de produção do livro didático. Ao produzi-lo, já utilizamos todos os artefatos tecnológicos disponíveis. Porém, o que se analisa agora é quando isso estará presente na versão final do livro, ou seja, quando ele será completamente multimídia e virtual. Muitos estudiosos apontam que a educação levará mais tempo do que outras áreas para incorporar todas essas inovações.
É possível dizer que temos uma revolução escondida. Uma revolução que já começou, mas que escapa à nossa observação porque acontece no processo de produção do livro didático. Ao produzi-lo, já utilizamos todos os artefatos tecnológicos disponíveis. Porém, o que se analisa agora é quando isso estará presente na versão final do livro, ou seja, quando ele será completamente multimídia e virtual. Muitos estudiosos apontam que a educação levará mais tempo do que outras áreas para incorporar todas essas inovações.
Qual a razão dessa demora?
No meio educacional, as tecnologias demoraram mais a serem incorporadas, em virtude das mudanças que elas imprimem nos padrões, na formação dos educadores, na produção do material de apoio e na infraestrutura das escolas. Novas tecnologias requerem novos conteúdos, e, para isso, é preciso profissionais capacitados, preparados para produzir esse novos conteúdos. Além disso, o professor que irá usar essas ferramentas também precisa ser formado para a essa tarefa.
No meio educacional, as tecnologias demoraram mais a serem incorporadas, em virtude das mudanças que elas imprimem nos padrões, na formação dos educadores, na produção do material de apoio e na infraestrutura das escolas. Novas tecnologias requerem novos conteúdos, e, para isso, é preciso profissionais capacitados, preparados para produzir esse novos conteúdos. Além disso, o professor que irá usar essas ferramentas também precisa ser formado para a essa tarefa.
Então, o que ocorre nesse processo não é a simples digitalização do conteúdo impresso, mas, sim, a criação de novos conteúdos.
É importante lembrar que, quando falamos desse processo, abordamos três elementos distintos: o livro didático impresso, o livro didático impresso digitalizado - e isso já fazemos - e o livro 100% virtual. Nesse último, o que ocorre não é a simples transferência do impresso para o digital. É uma outra comunicação, que acontece em outra mídias. E acho que esse é o grande desafio: a maneira como organizamos os conteúdos na mídia impressa é diferente da maneira como o fazemos na mídia digital.
É importante lembrar que, quando falamos desse processo, abordamos três elementos distintos: o livro didático impresso, o livro didático impresso digitalizado - e isso já fazemos - e o livro 100% virtual. Nesse último, o que ocorre não é a simples transferência do impresso para o digital. É uma outra comunicação, que acontece em outra mídias. E acho que esse é o grande desafio: a maneira como organizamos os conteúdos na mídia impressa é diferente da maneira como o fazemos na mídia digital.
Esse novo tipo de conteúdo, mais familiar aos alunos que já utilizam as tecnologias fora da sala de aula, pode alimentar o interesse dos estudantes pelo que se ensina nas escolas?
Quando trabalhamos com soluções digitais, procuramos entrar em sintonia com a linguagem do aluno. Mas essas soluções precisam ser utilizadas com orientação pedagógica para que sejam significativas. Caso contrário, viram só distração.
Quando trabalhamos com soluções digitais, procuramos entrar em sintonia com a linguagem do aluno. Mas essas soluções precisam ser utilizadas com orientação pedagógica para que sejam significativas. Caso contrário, viram só distração.
Como evitar que o livro didático digital seja uma armadilha?
Eu costumo dizer que o meio digital evidencia uma aula mal dada. Às vezes, temos uma aula que não foi a ideal, mas não há registros dela. Já com a tecnologia digital tudo fica registrado. Então, é preciso usá-la para enfatizar boas práticas, para ilustrar situações que não seriam possíveis de outra forma. A tecnologia é um recurso poderoso, viável e possível e não deve ser usado como enfeite. Para isso, é importante pensar quais recursos são relevantes para esse novo ambiente. Caso contrário, retira-se essa relação afetiva que temos com o papel e com a leitura sem adicionar nenhum ganho.
Eu costumo dizer que o meio digital evidencia uma aula mal dada. Às vezes, temos uma aula que não foi a ideal, mas não há registros dela. Já com a tecnologia digital tudo fica registrado. Então, é preciso usá-la para enfatizar boas práticas, para ilustrar situações que não seriam possíveis de outra forma. A tecnologia é um recurso poderoso, viável e possível e não deve ser usado como enfeite. Para isso, é importante pensar quais recursos são relevantes para esse novo ambiente. Caso contrário, retira-se essa relação afetiva que temos com o papel e com a leitura sem adicionar nenhum ganho.
Quais podem ser os ganhos da adoção da tecnologia na educação?
São as possibilidades de interação, de animação, de ilustração, de relacionar os conteúdos e fazer pesquisas. Em disciplinas como química, física e biologia, por exemplo, é possível simular situações. O professor pode ainda trabalhar infográficos de tempos históricos e evoluções geológicas. Pode trabalhar com pesquisas imediatas dos assuntos que estão sendo trabalhados naquele momento. É possível estimular o aluno para a possibilidade de troca, de colaboração, de construção do conteúdo em conjunto. Esse tipo de habilidade e competência é uma demanda do mercado de trabalho. E se o aluno começar a vivenciar isso no mundo da escola, ele vai poder ter essa habilidade como algo natural no mundo do trabalho.
São as possibilidades de interação, de animação, de ilustração, de relacionar os conteúdos e fazer pesquisas. Em disciplinas como química, física e biologia, por exemplo, é possível simular situações. O professor pode ainda trabalhar infográficos de tempos históricos e evoluções geológicas. Pode trabalhar com pesquisas imediatas dos assuntos que estão sendo trabalhados naquele momento. É possível estimular o aluno para a possibilidade de troca, de colaboração, de construção do conteúdo em conjunto. Esse tipo de habilidade e competência é uma demanda do mercado de trabalho. E se o aluno começar a vivenciar isso no mundo da escola, ele vai poder ter essa habilidade como algo natural no mundo do trabalho.
Quais as dificuldades envolvidas na criação de um livro didático multimídia?
Precisamos conceber um produto diferente, não apenas digitalizar o que já existe. Além disso, precisamos viabilizar o acesso a todas as escolas brasileiras, nos mais remotos lugares. Aí, temos o desafio da entrega – e também da produção. Hoje, apenas começamos a trabalhar com alguns componentes agregados, ou seja, a pensar conteúdos de forma integrada.
Precisamos conceber um produto diferente, não apenas digitalizar o que já existe. Além disso, precisamos viabilizar o acesso a todas as escolas brasileiras, nos mais remotos lugares. Aí, temos o desafio da entrega – e também da produção. Hoje, apenas começamos a trabalhar com alguns componentes agregados, ou seja, a pensar conteúdos de forma integrada.
As empresas de sistemas de ensino já estão se preparando para essa nova realidade?
Já. A digitalização de livros e apostilas já existe. O que começamos a fazer agora é desenvolver o material integrado: o meio impresso e o meio digital. O esforço é na produção de conteúdos virtuais, cada vez mais relevantes, integrados e efetivos. Ainda não pensamos em um produto 100% digital porque pensamos antes no material impresso, e depois partimos para o virtual. Acredito que pensar a totalidade do produto no ambiente virtual seja o nosso próximo passo.
Já. A digitalização de livros e apostilas já existe. O que começamos a fazer agora é desenvolver o material integrado: o meio impresso e o meio digital. O esforço é na produção de conteúdos virtuais, cada vez mais relevantes, integrados e efetivos. Ainda não pensamos em um produto 100% digital porque pensamos antes no material impresso, e depois partimos para o virtual. Acredito que pensar a totalidade do produto no ambiente virtual seja o nosso próximo passo.
Alguns especialistas pregam o fim do livro tal como nós o conhecemos, enquanto outros defendem que, apesar dos avanços tecnológicos, ele jamais deixará de existir. Quais são suas previsões?
Acho que ainda é cedo para previsões. Contudo, é hora de pensar nas evoluções da integração das mídias e se preparar para elas. Particularmente, não acredito que teremos uma mídia só. Aposto em uma segmentação. Nós pensaremos sobre qual a melhor forma de transmitir cada conteúdo. Ainda temos gerações que possuem uma relação muito próxima com o livro e alguns conteúdos seguirão sendo consumidos na mídia impressa. O que talvez tenha mudado é que hoje avaliamos o conteúdo antes de consumi-lo. Então, baixamos um livro no Kindle, por exemplo, e, se gostamos da leitura, compramos a versão impressa.
Acho que ainda é cedo para previsões. Contudo, é hora de pensar nas evoluções da integração das mídias e se preparar para elas. Particularmente, não acredito que teremos uma mídia só. Aposto em uma segmentação. Nós pensaremos sobre qual a melhor forma de transmitir cada conteúdo. Ainda temos gerações que possuem uma relação muito próxima com o livro e alguns conteúdos seguirão sendo consumidos na mídia impressa. O que talvez tenha mudado é que hoje avaliamos o conteúdo antes de consumi-lo. Então, baixamos um livro no Kindle, por exemplo, e, se gostamos da leitura, compramos a versão impressa.
Fonte: veja.abril.com.br
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Hipertexto cooperativo: uma análise da escrita coletiva a partir dos Blogs e da Wikipédia
Alex Fernando Teixeira Primo, Raquel da Cunha Recuero
Resumo
O artigo tem o objetivo de analisar e discutir as características da escrita coletiva, segundo o conceito de hipertexto cooperativo. A partir disso, discute-se como os blogs e a wikipédia (uma enciclopédia digital construída on-line) viabilizam a concretização de uma "web viva", ou seja, redigida e interligada pelos próprios internautas.
LINK: http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/famecos/article/viewArticle/233
Thalita carla
Edublogs como mediadores de Processos Educativos
Paula Peres
Resumo
Thalita Carla ( correção)
Resumo
Os Weblogs apresentam-se como uma das ferramentas alternativas na mediação dos processos educativos. Os edublogs, blogs utilizados com propósitos educacionais, transportam o desenvolvimento de conceitos para o plano social. Neste contexto, o acto de comentar uma ideia, e reler posteriormente, está facilitado e envolve os intervenientes num processo de introspecção do conhecimento e de construção de significados. Este artigo descreve a utilização de um blog de turma no qual os alunos foram incentivados a assumir uma atitude activa, como produtores de conhecimento, procurando conteúdos e links de interesse, desenvolvendo as actividades propostas, publicando documentos e contribuindo assim para alargar a base de conhecimentos do curso. Os alunos mostraram-se receptivos à introdução das tecnologias no processo educativo e facilmente se adaptaram a novas formas de participação na comunidade de aprendizagem. Neste cenário desenvolveram-se hábitos de auto-estudo, partilha e atitude activa na construção do saber, competência essencial para a promoção da aprendizagem ao longo da vida. Os canais de comunicação entre todos os intervenientes viram-se ampliados com a criação do blog. Cada intervenção ou comentário inserido ficou aberto a novas vozes que somaram diálogos e criaram a história de uma aprendizagem.
LINK:http://revistas.ua.pt//index.php/prismacom/article/view/628Thalita Carla ( correção)
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
O uso do Twitter na sala de aula
Escola usa regra básica do microblog, o limite de 140 caracteres por mensagem, para que alunos desenvolvam narrativa e concisão em minicontos
18 de outubro de 2010 | 0h 00
Lais Cattassini, do Jornal da Tarde - O Estado de S.Paulo
"O telefone tocou. Seria ele? O que ele queria? Ela já não havia dito que era o fim? Ela atendeu o telefone. Não era ele, era pior." Em apenas 140 caracteres, o permitido para cada post no microblog Twitter, adolescentes aprenderam, em sala de aula, a usar a rede social como plataforma para contar pequenas histórias como essa.
A técnica literária, conhecida como microconto, nanoconto ou miniconto, foi praticada pelos alunos do Colégio Hugo Sarmento no perfil @hs_micro_contos do Twitter.
Para escrever uma história coerente em tão poucas palavras, os estudantes tiveram de ficar atentos à narrativa, à concisão e ao sentido do que era postado, algumas habilidades já dominadas pelos adolescentes, acostumado com a rapidez da internet.
Embora o Twitter seja usado com mais frequência para relatos e comentários do cotidiano, não ficcionais, os microcontos já têm adeptos na rede social. Há perfis totalmente dedicados à técnica e usuários que costumam escrever mini-histórias, como a cantora Rita Lee (@LitaRee_real). "Cada história precisava ter um começo, meio e fim. Não dava, por exemplo, pra ficar descrevendo o cenário", conta Pedro Rubens Oliveira, de 13 anos, que participou do projeto.
O professor de língua portuguesa do ensino fundamental Tiago Calles, que propôs o exercício na escola, conta que aproveitou os limites de espaço da rede para trabalhar a estrutura da narrativa e as poesias concretas, abordadas em aula, de uma maneira diferente. "O fato de envolver uma outra plataforma interessou os alunos, que se sentiram mais motivados", afirma.
Talissa Ancona Lopes, de 13 anos, conhecia pouco do Twitter antes de usar a plataforma na escola. "Tive um perfil por algum tempo, mas depois excluí", conta. Dona de perfis em outras redes sociais, ela encontrou uma nova utilidade para a rede. "É mais divertido aprender dessa maneira."
A diversão costuma estar associada às redes sociais. Segundo a assessora de tecnologia educacional da Escola Viva, Elizabeth Fantauzzi, os estudantes têm dificuldade para enxergar o Twitter como uma ferramenta de aprendizado. "Para eles, aquilo não pode ser usado em aula, mas é um material muito rico se for aproveitado com um sentido pedagógico", diz.
Tecnologia. Não só a familiaridade com a internet estimulou a exploração do tema em sala de aula, mas também a fluência na linguagem tecnológica dos alunos. Na Escola Viva, estudantes do fundamental fizeram um projeto em que usaram conversas por mensagem de celular para montarem micro-histórias.
"Os adolescentes têm fluência na linguagem digital. Cabe aos professores aproveitar isso e aplicarem em sala de aula", afirma Elizabeth.
A intenção das escolas é transformar a facilidade com a escrita da internet - com seus símbolos e abreviações - em habilidades também nas redações mais acadêmicas. No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado, o desempenho dos estudantes na área de Linguagens e Códigos foi justamente o que mais deixou a desejar. Em nenhum colégio a média de 700 pontos - em uma escala que vai de zero a mil - foi atingida.
Fotos: http://www.advivo.com.br/
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