sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Hipertexto cooperativo: uma análise da escrita coletiva a partir dos Blogs e da Wikipédia

Alex Fernando Teixeira Primo, Raquel da Cunha Recuero

Resumo



O artigo tem o objetivo de analisar e discutir as caracterí­sticas da escrita coletiva, segundo o conceito de hipertexto cooperativo. A partir disso, discute-se como os blogs e a wikipédia (uma enciclopédia digital construí­da on-line) viabilizam a concretização de uma "web viva", ou seja, redigida e interligada pelos próprios internautas.

LINK: http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/famecos/article/viewArticle/233
Thalita carla

Edublogs como mediadores de Processos Educativos

Paula Peres
Resumo
Os Weblogs apresentam-se como uma das ferramentas alternativas na mediação dos processos educativos. Os edublogs, blogs utilizados com propósitos educacionais, transportam o desenvolvimento de conceitos para o plano social. Neste contexto, o acto de comentar uma ideia, e reler posteriormente, está facilitado e envolve os intervenientes num processo de introspecção do conhecimento e de construção de significados. Este artigo descreve a utilização de um blog de turma no qual os alunos foram incentivados a assumir uma atitude activa, como produtores de conhecimento, procurando conteúdos e links de interesse, desenvolvendo as actividades propostas, publicando documentos e contribuindo assim para alargar a base de conhecimentos do curso. Os alunos mostraram-se receptivos à introdução das tecnologias no processo educativo e facilmente se adaptaram a novas formas de participação na comunidade de aprendizagem. Neste cenário desenvolveram-se hábitos de auto-estudo, partilha e atitude activa na construção do saber, competência essencial para a promoção da aprendizagem ao longo da vida. Os canais de comunicação entre todos os intervenientes viram-se ampliados com a criação do blog. Cada intervenção ou comentário inserido ficou aberto a novas vozes que somaram diálogos e criaram a história de uma aprendizagem.
LINK:http://revistas.ua.pt//index.php/prismacom/article/view/628
Thalita Carla ( correção)

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O uso do Twitter na sala de aula


Twitter chega à sala de aula como ferramenta para aprender técnica literária 

Escola usa regra básica do microblog, o limite de 140 caracteres por mensagem, para que alunos desenvolvam narrativa e concisão em minicontos 
18 de outubro de 2010 | 0h 00
Lais Cattassini, do Jornal da Tarde - O Estado de S.Paulo
"O telefone tocou. Seria ele? O que ele queria? Ela já não havia dito que era o fim? Ela atendeu o telefone. Não era ele, era pior." Em apenas 140 caracteres, o permitido para cada post no microblog Twitter, adolescentes aprenderam, em sala de aula, a usar a rede social como plataforma para contar pequenas histórias como essa.
A técnica literária, conhecida como microconto, nanoconto ou miniconto, foi praticada pelos alunos do Colégio Hugo Sarmento no perfil @hs_micro_contos do Twitter.
Para escrever uma história coerente em tão poucas palavras, os estudantes tiveram de ficar atentos à narrativa, à concisão e ao sentido do que era postado, algumas habilidades já dominadas pelos adolescentes, acostumado com a rapidez da internet.
Embora o Twitter seja usado com mais frequência para relatos e comentários do cotidiano, não ficcionais, os microcontos já têm adeptos na rede social. Há perfis totalmente dedicados à técnica e usuários que costumam escrever mini-histórias, como a cantora Rita Lee (@LitaRee_real). "Cada história precisava ter um começo, meio e fim. Não dava, por exemplo, pra ficar descrevendo o cenário", conta Pedro Rubens Oliveira, de 13 anos, que participou do projeto.
O professor de língua portuguesa do ensino fundamental Tiago Calles, que propôs o exercício na escola, conta que aproveitou os limites de espaço da rede para trabalhar a estrutura da narrativa e as poesias concretas, abordadas em aula, de uma maneira diferente. "O fato de envolver uma outra plataforma interessou os alunos, que se sentiram mais motivados", afirma.
Talissa Ancona Lopes, de 13 anos, conhecia pouco do Twitter antes de usar a plataforma na escola. "Tive um perfil por algum tempo, mas depois excluí", conta. Dona de perfis em outras redes sociais, ela encontrou uma nova utilidade para a rede. "É mais divertido aprender dessa maneira."
A diversão costuma estar associada às redes sociais. Segundo a assessora de tecnologia educacional da Escola Viva, Elizabeth Fantauzzi, os estudantes têm dificuldade para enxergar o Twitter como uma ferramenta de aprendizado. "Para eles, aquilo não pode ser usado em aula, mas é um material muito rico se for aproveitado com um sentido pedagógico", diz.
Tecnologia. Não só a familiaridade com a internet estimulou a exploração do tema em sala de aula, mas também a fluência na linguagem tecnológica dos alunos. Na Escola Viva, estudantes do fundamental fizeram um projeto em que usaram conversas por mensagem de celular para montarem micro-histórias.
"Os adolescentes têm fluência na linguagem digital. Cabe aos professores aproveitar isso e aplicarem em sala de aula", afirma Elizabeth.
A intenção das escolas é transformar a facilidade com a escrita da internet - com seus símbolos e abreviações - em habilidades também nas redações mais acadêmicas. No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado, o desempenho dos estudantes na área de Linguagens e Códigos foi justamente o que mais deixou a desejar. Em nenhum colégio a média de 700 pontos - em uma escala que vai de zero a mil - foi atingida.



Fotos: http://www.advivo.com.br/

MAPA CONCEITUAL, UMA FERRAMENTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM

Blog: educação ou diversão.

Hoje um dos maiores desafios encontrados pelos profissionais da educação é saber dominar essa nova era de tecnologia usando o interesse dos alunos e o que ela poder oferece na sala de aula. Muitas formas de aprendizagem existem mais uma recentemente descoberta com um grande potencial de aceitação é o  Blog. Ele permite interação sem restrição temporal, tendo como registro os comentários.
O blog se trata de algo valioso para os educadores, pois, permite novas formas de se trabalha, não sendo restrito para a informática mais para o conhecimento em todas as áreas, através da interação das pessoas os tornados mais próximos e havendo essa troca de conhecimento. Um simples comentário passar a ser um novo conhecimento, devendo o educador  ter sempre metas para que esse simples comentário, que o aluno não veja assim como algo tão simples.
A idéia hoje é mostrar que a escola deve andar lado a lado com a evolução tecnológica, tirando dela tudo que se poder se aplicando no processo de aprendizagem tudo que se era visto como diversão já se é usando como material de ducação.
Thalita Carla

O uso do Twitter na educação.

Redes sociais a serviço do ensino Twitter vira ferramenta para ensinar literatura
Mais de 5 milhões de estudantes brasileiros já pertencem a uma rede social na internet, como o Facebook ou o Twitter . A novidade é que, agora, parte deles começa a frequentar esses círculos virtuais estimulados pela própria escola - e com fins educativos. (Revista Veja-abril de 2009). Se a reportagem publicada na Revista Veja de abril de 2009 ,já apontava um número crescente do uso das redes sociais por estudantes, hoje dois anos depois percebe-se que o número de acesso a redes sociais é bem maior .
Como não interagir com essa modernidade na Educação? Educadores hoje garantem que tais ferramentas podem deixar de ser apenas usadas como manias , mas empregá-las na Educação tornará um atrativo para os alunos . Alguns colégios fazem uso simples de tais redes, colocando ali informações como calendário de aulas e avisos. Muitas vezes, incluem ainda exercícios e o conteúdo das aulas, recurso que vem se prestando a aproximar os pais da vida escolar. O maior avanço proporcionado por esses sites, no entanto, se deve à possibilidade que eles abrem para o aprendizado em rede - o que já acontece há mais tempo, e com sucesso, em países como Japão e Inglaterra. No espaço virtual, os alunos debatem, sob a supervisão de um professor, temas apresentados na sala de aula e ainda, de casa, podem tirar dúvidas sobre a lição. Algumas preocupações ainda existem para alguns mestres da educação como a utilização das redes sociais de forma segura – e produtiva .Há um perigo também apontado, de ordem pedagógica que é o tipo de linguagem que os alunos tendem a usar na rede, bem distante da norma culta. Não é fácil estimulá-los a empregar o bom português nesse contexto, mas de todos os desafios, no entanto, talvez o mais difícil seja tornar o ensino em rede algo realmente eficaz. Em recente reportagem apresentada pelo Jornal da Band um professor de uma escola particular de São Paulo apresenta o Twitter como exemplo de site que pode ser trabalhado o português por permitirem aos alunos postarem mensagens portátil, do tamanho da atenção pós-moderna e que torna os alunos “repórteres do mundo”. Nele só são permitidas a postagem de mensagens rápidas com no máximo 140 caracteres, e daí a ideia de trabalhar Literatura onde foi sugerido um desafio proposto aos alunos: escrever microcontos.
Mania entre muitos adolescentes, essa ferramenta de interação para ensinar já originou até um novo verbo empregado para explicar o que se faz na Internet: “twittar”. E o professor que não quer perder a atenção de seus alunos ,não deixa escapar oportunidades e percebe a importância das TICs na educação se rende a essa nova conjugação.E você já “twittou” com seus alunos hoje?
--Anne 13h03min de 20 de Maio de 2011 (BRT)Acho válida a reportagem que a colega Deilza escolheu,mas acho também que a educação no Brasil está longe dessa realidade virtual, principalmente em uma rede social em que todas as indicações são em espanhol ou em inglês, como no nosso país nossos alunos mal sabem a ortografia e a língua portuguesa, fica um pouco difícil implementar o twitter nas escolas. Sinto que a educação no Brasil vai além da capacidade que temos de mudar, a gestão participativa é primordial para qualquer tipo de avanço para que um dia quem sabe, possamos incluir a informática com total comfiança! Anne Gass - matrícula: 10116080005

Fontes: http://comunicatec.uniriotec.br

Facebook na Educação

Introdução

Com o lançamento do Guia do Facebook para Educadores, que ainda não tive tempo de ler, é possível que muitos educadores “deslumbrados” com o uso das TICs na Educação se sintam entusiasmados para experimentá-lo em suas práticas educativas.
Acho louvável o espírito de experimentação e inovação em educadores (e em qualquer profissional!), mas acho também igualmente (ou até mais) louvável o espírito crítico para fazer escolhas sensatas e não apenas surfar hypes em busca de uma “tag de inovador“!
Não precisamos procurar muito, caro leitor, para observar vários projetos de uso de TICs em Educação, que se autodenominam “inovadores” mas que simplesmente dão roupagem tecnológica às mesmas velhas práticas educacionais do Século XIX: Uso de Tecnologia para Transmitir conteúdos disciplinares previamente escolhidos pelos “ensinadores” .
Porque a questão da escolha de uma plataforma/tecnologia/ferramenta para o desenvolvimento de práticas educativas não é uma questão trivial e muito menos neutra pretendo expor três considerações sobre o tema, que devem ser entendidos como um convite para a reflexão conjunta e não um veredicto final.

O USO PEDAGOGICO DO ORKUT NA EDUCAÇÃO


Esse estudo faz parte da reflexão em desenvolviment na pesquisa “Leitura na Tela” compreender
a leitura virtual de professores e estudantes de Educação básica e formar para
os novos tempos”. Ela pretende conhecer, descrever, analisar e interpretar os modos de
leitura na tela por professores e alunos de 25 escolas de oito cidades do estado de Goiás na
região centro oeste do Brasil.
Atualmente, as novas tecnologias fazem parte do cotidiano da maioria dos
adolescentes e jovens e esta realidade não pode ser ignorada pela escola. Com as novas
tecnologias veio o uso da internet que oferece a todos um campo vasto e riquíssimo de
recursos virtuais que podem ser usados para comunicação, pesquisa, produção de
conhecimento entre outros. Segundo Moran (1997), “mais que a tecnologia o que facilita o
processo de ensinoaprendizagem
é a capacidade de comunicação autêntica do professor, de
estabelecer relações de confiança com os seus alunos, pelo equilíbrio, competência e
simpatia com que atua” (p. 146153).
Um desses recursos virtuais é o Orkut, uma ferramenta de relacionamento mesclado
a entretenimento, um ambiente de fácil navegação através de ícones que dão acesso a todos
os ambientes. Mesmo tendo o mínimo conhecimento de informática, qualquer um pode
manejálo
com sucesso. Cada usuário tem uma página na qual pode exibir seu perfil com
fotos, trocar informações e participar de grupos de discussão
O Orkut oferece muitas formas de interação com diversas pessoas, estimulando o
contato com a diversidade social, as pessoas que o utilizam são das mais variadas culturas e
personalidades. Com este recurso virtual, é possível a criação de comunidades contendo
conteúdos a serem discutidos pelos alunos em sala de aula, envolvendo temas transversais
como: sexualidade, drogas, violência, meio ambiente etc. Sendo que estas discussões podem
ser mediadas pelo professor.
A pratica do Orkut pode auxiliar o professor na sua tarefa de ensinar uma vez que as
possibilidades que o ambiente disponibiliza são inúmeras. Como destaca Moran (1997), “o
¹ PBIC/UEG – aluna do curso de Pedagogia da UnUCSEH.
² Mestre em Ciência da Educação Superior ,pesquisadora e colaboradora do projeto “Leitura
na Tela”.
educador continua sendo importante, ele se torna um pesquisador junto com os alunos e
articulador de aprendizagens ativas, um conselheiro de pessoas diferentes, um avaliador dos
resultados. O papel dele é mais nobre, menos repetitivo e mais criativo do que na escola.
Para Kenski (2005), não é possível pensar na prática docente sem pensar, na pessoa
do professor, nas suas condições de trabalho, em sua formação inicial e continuada. É
necessário repensar a jornada de trabalho do professor, pois devese
incluir em sua carga
horária de trabalho o tempo para pesquisar as melhores formas interativas de desenvolver as
atividades usando os recursos multimediáticos disponíveis. Incluir tempo para a discussão,
com seus pares, de novos caminhos e possibilidades de exploração desses recursos e para
refletir sobre todos os encaminhamentos realizados, partilhar experiências e assumir a
fragmentação das informações, como um momento didático significativo para a recriação e
emancipação dos saberes.
Nessa perspectiva, este estudo tem por objetivo mostrar o uso pedagógico do Orkut, já
que ele é um bom instrumento de troca de conhecimentos e informações entre professores e
alunos.
A problemática deste texto é a de ampliação de conhecimentos sobre a forma de uso
do recurso virtual nas salas de aula e de como os professores podem utilizar de maneira
pedagógica o Orkut, aliando conteúdo e interação e assim fazendo com que os alunos
conheçam os diferentes ambientes e comunidades em que são discutidos diversos temas.
O Orkut é mais uma proposta que pode tornar o processo ensino/ aprendizagem mais
significativa e contribuir para a inclusão digital, sendo esta também mais uma forma, de
integrar tecnologia e educação.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MORAN, José Manuel. Como Utilizar a Internet na Educação. In: Revista Ciência da Informação, v. 26,
n.2, maiago
1997, p. 146153.
Disponível no site. http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S010019651997000200006
Acesso ou capturado em < 25.08.2009>
KENSKI, Vani. NOVAS TECNOLOGIAS, O REDIMENSIONAMENTO DO ESPAÇO E DO TEMPO E OS
IMPACTOS NO TRABALHO DOCENTE. 2005. Disponível no site.
http://www.serprofessoruniversitario.pr o.br/ler.php?modulo=18&texto=1106 . Acesso ou capturado em
<28.08.2009>
¹ PBIC/UEG – aluna do curso de Pedagogia da UnUCSEH.
² Mestre em Ciência da Educação Superior ,pesquisadora e colaboradora do projeto “Leitura
na Tela”.


Janyelly Maria Silva Becker – UEG¹
Eliane Gonçalves Costa Anderi /Prof. orientadora/UEG – ²