segunda-feira, 21 de novembro de 2011
MAPA CONCEITUAL: Uma aprendizagem significativa

Muitos acreditam que fazer o mapa conceitual é tarefa difícil, aqui vocês vão compreender que construir um mapa conceitual é algo simples e prático, que para se construir basta se ter um conhecimento prévio do assunto que o mapa vai se feito.
Passos:
1- Ler e compreender o texto
2- Escolher destaques e transforma-los em conceitos
3- Agrupa-los em estrutura hierárquica
4- Ligar os conceitos com palavras de ligação
5- Usar setas
6- Avaliar seu próprio mapa
7- Colocar 5 conceitos próprios, procurando integrar o novo conhecimento com o prévio.
Quando você seguir esses passos e se dedicar vai compreender que construir esse mapa vai ser tornar algo significante no seu estudo e como sabemos o que se torna significante vira aprendizagem. Onde ainda para facilita o seu trabalho existi um software que ajuda nessa elaboração, o Cmap Tools onde ele procura transforma seu mapa em imagem. Diante de tudo que foi dito o M.C’s é visto como uma ferramenta de aprendizagem que dar possibilidade do aluno construir seus conceitos próprios através de uma maneira que procura interagir o novo com o conhecimento prévio, podendo ser também maneira de você transforma seus conhecimentos em conceitos e avaliar o que você aprendeu.
domingo, 13 de novembro de 2011
Criminosos roubam US$ 14 milhões em fraude de anúncios on-line
Criminosos na internet desenvolveram um esquema internacional para sequestar mais de 4 milhões de computadores em 100 países, manipulando o tráfego no Netflix e outros sites para gerar US$ 14 milhões em receitas fraudulentas de publicidade, disseram procuradores federais dos Estados Unidos na quarta-feira (9).
Seis das sete pessoas acusadas são estonianos que estão sob custódia nos EUA. O outro acusado é de origem russa. Os procuradores estimam que os criminosos roubaram pelo menos US$ 14 milhões durante cinco anos.
Cerca de 500 mil computadores nos EUA foram infectados com o malware, incluindo aparelhos de usuários comuns, instituições educacionais, entidades sem fins lucrativos e agências governamentais como a Nasa, disse Preet Bharara, procurador americano em entrevista coletiva.
Os suspeitos criavam seus próprios servidores falsos para, secretamente, redirecionar o tráfego da internet para sites onde eles tinham uma fatia da receita de publicidade. O problema foi descoberto pela primeira vez na Nasa, onde 130 computadores foram infectados. Os investigadores seguiram uma trilha até a Europa Oriental, onde os réus operavam empresas disfarçadas, de acordo com a acusação.
Uma vez que os computadores eram infectados, as pessoas que visitam os sites do Netflix, ESPN e Amazon, por exemplo, eram redirecionadas para sites onde os acusados ganhavam dinheiro por cada clique nos anúncios, disseram as autoridades.
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/11/criminosos-roubam-us-14-milhoes-em-fraude-de-anuncios-line.html
Seis das sete pessoas acusadas são estonianos que estão sob custódia nos EUA. O outro acusado é de origem russa. Os procuradores estimam que os criminosos roubaram pelo menos US$ 14 milhões durante cinco anos.
Cerca de 500 mil computadores nos EUA foram infectados com o malware, incluindo aparelhos de usuários comuns, instituições educacionais, entidades sem fins lucrativos e agências governamentais como a Nasa, disse Preet Bharara, procurador americano em entrevista coletiva.
Os suspeitos criavam seus próprios servidores falsos para, secretamente, redirecionar o tráfego da internet para sites onde eles tinham uma fatia da receita de publicidade. O problema foi descoberto pela primeira vez na Nasa, onde 130 computadores foram infectados. Os investigadores seguiram uma trilha até a Europa Oriental, onde os réus operavam empresas disfarçadas, de acordo com a acusação.
Uma vez que os computadores eram infectados, as pessoas que visitam os sites do Netflix, ESPN e Amazon, por exemplo, eram redirecionadas para sites onde os acusados ganhavam dinheiro por cada clique nos anúncios, disseram as autoridades.
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/11/criminosos-roubam-us-14-milhoes-em-fraude-de-anuncios-line.html
domingo, 30 de outubro de 2011
Novas tecnologias exigem novos conteúdos
Para Ana Teresa Ralston, da Abril Educação, desafio do mercado editorial é criar livro didático 100% multimídia
Nathalia Goulart
(Foto: Dan Kitwood/Getty Images) O mercado editorial e as empresas de sistemas de ensino começam a se preparar para uma nova realidade: a do livro didático digital. Com dispositivos como laptops, e-books e iPads, um novo cenário se apresenta para a educação. E também novos desafios. “Novas tecnologias requerem novos conteúdos”, diz Ana Teresa Ralston, diretora da tecnologia de educação e formação de professores da Abril Educação - grupo que reúne editoras e sistemas de ensino e é controlado pela família Civita, que também é dona da editora Abril, que publica VEJA. Convidada a falar sobre o tema em um painel especial da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que se encerra neste domingo, a especialista, diz que ainda é preciso investir tempo e recursos para criar um livro didático 100% digital e multimídia. Confirma a seguir os principais trechos da entrevista.
O futuro do livro é incerto, mas o processo de digitalização já começou, com os e-books, iPads e outros dispositivos. Em relação às obras didáticas, o que é possível constatar?
É possível dizer que temos uma revolução escondida. Uma revolução que já começou, mas que escapa à nossa observação porque acontece no processo de produção do livro didático. Ao produzi-lo, já utilizamos todos os artefatos tecnológicos disponíveis. Porém, o que se analisa agora é quando isso estará presente na versão final do livro, ou seja, quando ele será completamente multimídia e virtual. Muitos estudiosos apontam que a educação levará mais tempo do que outras áreas para incorporar todas essas inovações.
É possível dizer que temos uma revolução escondida. Uma revolução que já começou, mas que escapa à nossa observação porque acontece no processo de produção do livro didático. Ao produzi-lo, já utilizamos todos os artefatos tecnológicos disponíveis. Porém, o que se analisa agora é quando isso estará presente na versão final do livro, ou seja, quando ele será completamente multimídia e virtual. Muitos estudiosos apontam que a educação levará mais tempo do que outras áreas para incorporar todas essas inovações.
Qual a razão dessa demora?
No meio educacional, as tecnologias demoraram mais a serem incorporadas, em virtude das mudanças que elas imprimem nos padrões, na formação dos educadores, na produção do material de apoio e na infraestrutura das escolas. Novas tecnologias requerem novos conteúdos, e, para isso, é preciso profissionais capacitados, preparados para produzir esse novos conteúdos. Além disso, o professor que irá usar essas ferramentas também precisa ser formado para a essa tarefa.
No meio educacional, as tecnologias demoraram mais a serem incorporadas, em virtude das mudanças que elas imprimem nos padrões, na formação dos educadores, na produção do material de apoio e na infraestrutura das escolas. Novas tecnologias requerem novos conteúdos, e, para isso, é preciso profissionais capacitados, preparados para produzir esse novos conteúdos. Além disso, o professor que irá usar essas ferramentas também precisa ser formado para a essa tarefa.
Então, o que ocorre nesse processo não é a simples digitalização do conteúdo impresso, mas, sim, a criação de novos conteúdos.
É importante lembrar que, quando falamos desse processo, abordamos três elementos distintos: o livro didático impresso, o livro didático impresso digitalizado - e isso já fazemos - e o livro 100% virtual. Nesse último, o que ocorre não é a simples transferência do impresso para o digital. É uma outra comunicação, que acontece em outra mídias. E acho que esse é o grande desafio: a maneira como organizamos os conteúdos na mídia impressa é diferente da maneira como o fazemos na mídia digital.
É importante lembrar que, quando falamos desse processo, abordamos três elementos distintos: o livro didático impresso, o livro didático impresso digitalizado - e isso já fazemos - e o livro 100% virtual. Nesse último, o que ocorre não é a simples transferência do impresso para o digital. É uma outra comunicação, que acontece em outra mídias. E acho que esse é o grande desafio: a maneira como organizamos os conteúdos na mídia impressa é diferente da maneira como o fazemos na mídia digital.
Esse novo tipo de conteúdo, mais familiar aos alunos que já utilizam as tecnologias fora da sala de aula, pode alimentar o interesse dos estudantes pelo que se ensina nas escolas?
Quando trabalhamos com soluções digitais, procuramos entrar em sintonia com a linguagem do aluno. Mas essas soluções precisam ser utilizadas com orientação pedagógica para que sejam significativas. Caso contrário, viram só distração.
Quando trabalhamos com soluções digitais, procuramos entrar em sintonia com a linguagem do aluno. Mas essas soluções precisam ser utilizadas com orientação pedagógica para que sejam significativas. Caso contrário, viram só distração.
Como evitar que o livro didático digital seja uma armadilha?
Eu costumo dizer que o meio digital evidencia uma aula mal dada. Às vezes, temos uma aula que não foi a ideal, mas não há registros dela. Já com a tecnologia digital tudo fica registrado. Então, é preciso usá-la para enfatizar boas práticas, para ilustrar situações que não seriam possíveis de outra forma. A tecnologia é um recurso poderoso, viável e possível e não deve ser usado como enfeite. Para isso, é importante pensar quais recursos são relevantes para esse novo ambiente. Caso contrário, retira-se essa relação afetiva que temos com o papel e com a leitura sem adicionar nenhum ganho.
Eu costumo dizer que o meio digital evidencia uma aula mal dada. Às vezes, temos uma aula que não foi a ideal, mas não há registros dela. Já com a tecnologia digital tudo fica registrado. Então, é preciso usá-la para enfatizar boas práticas, para ilustrar situações que não seriam possíveis de outra forma. A tecnologia é um recurso poderoso, viável e possível e não deve ser usado como enfeite. Para isso, é importante pensar quais recursos são relevantes para esse novo ambiente. Caso contrário, retira-se essa relação afetiva que temos com o papel e com a leitura sem adicionar nenhum ganho.
Quais podem ser os ganhos da adoção da tecnologia na educação?
São as possibilidades de interação, de animação, de ilustração, de relacionar os conteúdos e fazer pesquisas. Em disciplinas como química, física e biologia, por exemplo, é possível simular situações. O professor pode ainda trabalhar infográficos de tempos históricos e evoluções geológicas. Pode trabalhar com pesquisas imediatas dos assuntos que estão sendo trabalhados naquele momento. É possível estimular o aluno para a possibilidade de troca, de colaboração, de construção do conteúdo em conjunto. Esse tipo de habilidade e competência é uma demanda do mercado de trabalho. E se o aluno começar a vivenciar isso no mundo da escola, ele vai poder ter essa habilidade como algo natural no mundo do trabalho.
São as possibilidades de interação, de animação, de ilustração, de relacionar os conteúdos e fazer pesquisas. Em disciplinas como química, física e biologia, por exemplo, é possível simular situações. O professor pode ainda trabalhar infográficos de tempos históricos e evoluções geológicas. Pode trabalhar com pesquisas imediatas dos assuntos que estão sendo trabalhados naquele momento. É possível estimular o aluno para a possibilidade de troca, de colaboração, de construção do conteúdo em conjunto. Esse tipo de habilidade e competência é uma demanda do mercado de trabalho. E se o aluno começar a vivenciar isso no mundo da escola, ele vai poder ter essa habilidade como algo natural no mundo do trabalho.
Quais as dificuldades envolvidas na criação de um livro didático multimídia?
Precisamos conceber um produto diferente, não apenas digitalizar o que já existe. Além disso, precisamos viabilizar o acesso a todas as escolas brasileiras, nos mais remotos lugares. Aí, temos o desafio da entrega – e também da produção. Hoje, apenas começamos a trabalhar com alguns componentes agregados, ou seja, a pensar conteúdos de forma integrada.
Precisamos conceber um produto diferente, não apenas digitalizar o que já existe. Além disso, precisamos viabilizar o acesso a todas as escolas brasileiras, nos mais remotos lugares. Aí, temos o desafio da entrega – e também da produção. Hoje, apenas começamos a trabalhar com alguns componentes agregados, ou seja, a pensar conteúdos de forma integrada.
As empresas de sistemas de ensino já estão se preparando para essa nova realidade?
Já. A digitalização de livros e apostilas já existe. O que começamos a fazer agora é desenvolver o material integrado: o meio impresso e o meio digital. O esforço é na produção de conteúdos virtuais, cada vez mais relevantes, integrados e efetivos. Ainda não pensamos em um produto 100% digital porque pensamos antes no material impresso, e depois partimos para o virtual. Acredito que pensar a totalidade do produto no ambiente virtual seja o nosso próximo passo.
Já. A digitalização de livros e apostilas já existe. O que começamos a fazer agora é desenvolver o material integrado: o meio impresso e o meio digital. O esforço é na produção de conteúdos virtuais, cada vez mais relevantes, integrados e efetivos. Ainda não pensamos em um produto 100% digital porque pensamos antes no material impresso, e depois partimos para o virtual. Acredito que pensar a totalidade do produto no ambiente virtual seja o nosso próximo passo.
Alguns especialistas pregam o fim do livro tal como nós o conhecemos, enquanto outros defendem que, apesar dos avanços tecnológicos, ele jamais deixará de existir. Quais são suas previsões?
Acho que ainda é cedo para previsões. Contudo, é hora de pensar nas evoluções da integração das mídias e se preparar para elas. Particularmente, não acredito que teremos uma mídia só. Aposto em uma segmentação. Nós pensaremos sobre qual a melhor forma de transmitir cada conteúdo. Ainda temos gerações que possuem uma relação muito próxima com o livro e alguns conteúdos seguirão sendo consumidos na mídia impressa. O que talvez tenha mudado é que hoje avaliamos o conteúdo antes de consumi-lo. Então, baixamos um livro no Kindle, por exemplo, e, se gostamos da leitura, compramos a versão impressa.
Acho que ainda é cedo para previsões. Contudo, é hora de pensar nas evoluções da integração das mídias e se preparar para elas. Particularmente, não acredito que teremos uma mídia só. Aposto em uma segmentação. Nós pensaremos sobre qual a melhor forma de transmitir cada conteúdo. Ainda temos gerações que possuem uma relação muito próxima com o livro e alguns conteúdos seguirão sendo consumidos na mídia impressa. O que talvez tenha mudado é que hoje avaliamos o conteúdo antes de consumi-lo. Então, baixamos um livro no Kindle, por exemplo, e, se gostamos da leitura, compramos a versão impressa.
Fonte: veja.abril.com.br
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Hipertexto cooperativo: uma análise da escrita coletiva a partir dos Blogs e da Wikipédia
Alex Fernando Teixeira Primo, Raquel da Cunha Recuero
Resumo
O artigo tem o objetivo de analisar e discutir as características da escrita coletiva, segundo o conceito de hipertexto cooperativo. A partir disso, discute-se como os blogs e a wikipédia (uma enciclopédia digital construída on-line) viabilizam a concretização de uma "web viva", ou seja, redigida e interligada pelos próprios internautas.
LINK: http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/famecos/article/viewArticle/233
Thalita carla
Edublogs como mediadores de Processos Educativos
Paula Peres
Resumo
Thalita Carla ( correção)
Resumo
Os Weblogs apresentam-se como uma das ferramentas alternativas na mediação dos processos educativos. Os edublogs, blogs utilizados com propósitos educacionais, transportam o desenvolvimento de conceitos para o plano social. Neste contexto, o acto de comentar uma ideia, e reler posteriormente, está facilitado e envolve os intervenientes num processo de introspecção do conhecimento e de construção de significados. Este artigo descreve a utilização de um blog de turma no qual os alunos foram incentivados a assumir uma atitude activa, como produtores de conhecimento, procurando conteúdos e links de interesse, desenvolvendo as actividades propostas, publicando documentos e contribuindo assim para alargar a base de conhecimentos do curso. Os alunos mostraram-se receptivos à introdução das tecnologias no processo educativo e facilmente se adaptaram a novas formas de participação na comunidade de aprendizagem. Neste cenário desenvolveram-se hábitos de auto-estudo, partilha e atitude activa na construção do saber, competência essencial para a promoção da aprendizagem ao longo da vida. Os canais de comunicação entre todos os intervenientes viram-se ampliados com a criação do blog. Cada intervenção ou comentário inserido ficou aberto a novas vozes que somaram diálogos e criaram a história de uma aprendizagem.
LINK:http://revistas.ua.pt//index.php/prismacom/article/view/628Thalita Carla ( correção)
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
O uso do Twitter na sala de aula
Escola usa regra básica do microblog, o limite de 140 caracteres por mensagem, para que alunos desenvolvam narrativa e concisão em minicontos
18 de outubro de 2010 | 0h 00
Lais Cattassini, do Jornal da Tarde - O Estado de S.Paulo
"O telefone tocou. Seria ele? O que ele queria? Ela já não havia dito que era o fim? Ela atendeu o telefone. Não era ele, era pior." Em apenas 140 caracteres, o permitido para cada post no microblog Twitter, adolescentes aprenderam, em sala de aula, a usar a rede social como plataforma para contar pequenas histórias como essa.
A técnica literária, conhecida como microconto, nanoconto ou miniconto, foi praticada pelos alunos do Colégio Hugo Sarmento no perfil @hs_micro_contos do Twitter.
Para escrever uma história coerente em tão poucas palavras, os estudantes tiveram de ficar atentos à narrativa, à concisão e ao sentido do que era postado, algumas habilidades já dominadas pelos adolescentes, acostumado com a rapidez da internet.
Embora o Twitter seja usado com mais frequência para relatos e comentários do cotidiano, não ficcionais, os microcontos já têm adeptos na rede social. Há perfis totalmente dedicados à técnica e usuários que costumam escrever mini-histórias, como a cantora Rita Lee (@LitaRee_real). "Cada história precisava ter um começo, meio e fim. Não dava, por exemplo, pra ficar descrevendo o cenário", conta Pedro Rubens Oliveira, de 13 anos, que participou do projeto.
O professor de língua portuguesa do ensino fundamental Tiago Calles, que propôs o exercício na escola, conta que aproveitou os limites de espaço da rede para trabalhar a estrutura da narrativa e as poesias concretas, abordadas em aula, de uma maneira diferente. "O fato de envolver uma outra plataforma interessou os alunos, que se sentiram mais motivados", afirma.
Talissa Ancona Lopes, de 13 anos, conhecia pouco do Twitter antes de usar a plataforma na escola. "Tive um perfil por algum tempo, mas depois excluí", conta. Dona de perfis em outras redes sociais, ela encontrou uma nova utilidade para a rede. "É mais divertido aprender dessa maneira."
A diversão costuma estar associada às redes sociais. Segundo a assessora de tecnologia educacional da Escola Viva, Elizabeth Fantauzzi, os estudantes têm dificuldade para enxergar o Twitter como uma ferramenta de aprendizado. "Para eles, aquilo não pode ser usado em aula, mas é um material muito rico se for aproveitado com um sentido pedagógico", diz.
Tecnologia. Não só a familiaridade com a internet estimulou a exploração do tema em sala de aula, mas também a fluência na linguagem tecnológica dos alunos. Na Escola Viva, estudantes do fundamental fizeram um projeto em que usaram conversas por mensagem de celular para montarem micro-histórias.
"Os adolescentes têm fluência na linguagem digital. Cabe aos professores aproveitar isso e aplicarem em sala de aula", afirma Elizabeth.
A intenção das escolas é transformar a facilidade com a escrita da internet - com seus símbolos e abreviações - em habilidades também nas redações mais acadêmicas. No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado, o desempenho dos estudantes na área de Linguagens e Códigos foi justamente o que mais deixou a desejar. Em nenhum colégio a média de 700 pontos - em uma escala que vai de zero a mil - foi atingida.
Fotos: http://www.advivo.com.br/
Blog: educação ou diversão.
Hoje um dos maiores desafios encontrados pelos profissionais da educação é saber dominar essa nova era de tecnologia usando o interesse dos alunos e o que ela poder oferece na sala de aula. Muitas formas de aprendizagem existem mais uma recentemente descoberta com um grande potencial de aceitação é o Blog. Ele permite interação sem restrição temporal, tendo como registro os comentários.
O blog se trata de algo valioso para os educadores, pois, permite novas formas de se trabalha, não sendo restrito para a informática mais para o conhecimento em todas as áreas, através da interação das pessoas os tornados mais próximos e havendo essa troca de conhecimento. Um simples comentário passar a ser um novo conhecimento, devendo o educador ter sempre metas para que esse simples comentário, que o aluno não veja assim como algo tão simples.
A idéia hoje é mostrar que a escola deve andar lado a lado com a evolução tecnológica, tirando dela tudo que se poder se aplicando no processo de aprendizagem tudo que se era visto como diversão já se é usando como material de ducação.
Thalita CarlaO uso do Twitter na educação.
Redes sociais a serviço do ensino Twitter vira ferramenta para ensinar literatura
Mais de 5 milhões de estudantes brasileiros já pertencem a uma rede social na internet, como o Facebook ou o Twitter . A novidade é que, agora, parte deles começa a frequentar esses círculos virtuais estimulados pela própria escola - e com fins educativos. (Revista Veja-abril de 2009). Se a reportagem publicada na Revista Veja de abril de 2009 ,já apontava um número crescente do uso das redes sociais por estudantes, hoje dois anos depois percebe-se que o número de acesso a redes sociais é bem maior .
Como não interagir com essa modernidade na Educação? Educadores hoje garantem que tais ferramentas podem deixar de ser apenas usadas como manias , mas empregá-las na Educação tornará um atrativo para os alunos . Alguns colégios fazem uso simples de tais redes, colocando ali informações como calendário de aulas e avisos. Muitas vezes, incluem ainda exercícios e o conteúdo das aulas, recurso que vem se prestando a aproximar os pais da vida escolar. O maior avanço proporcionado por esses sites, no entanto, se deve à possibilidade que eles abrem para o aprendizado em rede - o que já acontece há mais tempo, e com sucesso, em países como Japão e Inglaterra. No espaço virtual, os alunos debatem, sob a supervisão de um professor, temas apresentados na sala de aula e ainda, de casa, podem tirar dúvidas sobre a lição. Algumas preocupações ainda existem para alguns mestres da educação como a utilização das redes sociais de forma segura – e produtiva .Há um perigo também apontado, de ordem pedagógica que é o tipo de linguagem que os alunos tendem a usar na rede, bem distante da norma culta. Não é fácil estimulá-los a empregar o bom português nesse contexto, mas de todos os desafios, no entanto, talvez o mais difícil seja tornar o ensino em rede algo realmente eficaz. Em recente reportagem apresentada pelo Jornal da Band um professor de uma escola particular de São Paulo apresenta o Twitter como exemplo de site que pode ser trabalhado o português por permitirem aos alunos postarem mensagens portátil, do tamanho da atenção pós-moderna e que torna os alunos “repórteres do mundo”. Nele só são permitidas a postagem de mensagens rápidas com no máximo 140 caracteres, e daí a ideia de trabalhar Literatura onde foi sugerido um desafio proposto aos alunos: escrever microcontos.
Mania entre muitos adolescentes, essa ferramenta de interação para ensinar já originou até um novo verbo empregado para explicar o que se faz na Internet: “twittar”. E o professor que não quer perder a atenção de seus alunos ,não deixa escapar oportunidades e percebe a importância das TICs na educação se rende a essa nova conjugação.E você já “twittou” com seus alunos hoje?
--Anne 13h03min de 20 de Maio de 2011 (BRT)Acho válida a reportagem que a colega Deilza escolheu,mas acho também que a educação no Brasil está longe dessa realidade virtual, principalmente em uma rede social em que todas as indicações são em espanhol ou em inglês, como no nosso país nossos alunos mal sabem a ortografia e a língua portuguesa, fica um pouco difícil implementar o twitter nas escolas. Sinto que a educação no Brasil vai além da capacidade que temos de mudar, a gestão participativa é primordial para qualquer tipo de avanço para que um dia quem sabe, possamos incluir a informática com total comfiança! Anne Gass - matrícula: 10116080005
Fontes: http://comunicatec.uniriotec.br
Mais de 5 milhões de estudantes brasileiros já pertencem a uma rede social na internet, como o Facebook ou o Twitter . A novidade é que, agora, parte deles começa a frequentar esses círculos virtuais estimulados pela própria escola - e com fins educativos. (Revista Veja-abril de 2009). Se a reportagem publicada na Revista Veja de abril de 2009 ,já apontava um número crescente do uso das redes sociais por estudantes, hoje dois anos depois percebe-se que o número de acesso a redes sociais é bem maior .
Como não interagir com essa modernidade na Educação? Educadores hoje garantem que tais ferramentas podem deixar de ser apenas usadas como manias , mas empregá-las na Educação tornará um atrativo para os alunos . Alguns colégios fazem uso simples de tais redes, colocando ali informações como calendário de aulas e avisos. Muitas vezes, incluem ainda exercícios e o conteúdo das aulas, recurso que vem se prestando a aproximar os pais da vida escolar. O maior avanço proporcionado por esses sites, no entanto, se deve à possibilidade que eles abrem para o aprendizado em rede - o que já acontece há mais tempo, e com sucesso, em países como Japão e Inglaterra. No espaço virtual, os alunos debatem, sob a supervisão de um professor, temas apresentados na sala de aula e ainda, de casa, podem tirar dúvidas sobre a lição. Algumas preocupações ainda existem para alguns mestres da educação como a utilização das redes sociais de forma segura – e produtiva .Há um perigo também apontado, de ordem pedagógica que é o tipo de linguagem que os alunos tendem a usar na rede, bem distante da norma culta. Não é fácil estimulá-los a empregar o bom português nesse contexto, mas de todos os desafios, no entanto, talvez o mais difícil seja tornar o ensino em rede algo realmente eficaz. Em recente reportagem apresentada pelo Jornal da Band um professor de uma escola particular de São Paulo apresenta o Twitter como exemplo de site que pode ser trabalhado o português por permitirem aos alunos postarem mensagens portátil, do tamanho da atenção pós-moderna e que torna os alunos “repórteres do mundo”. Nele só são permitidas a postagem de mensagens rápidas com no máximo 140 caracteres, e daí a ideia de trabalhar Literatura onde foi sugerido um desafio proposto aos alunos: escrever microcontos.
Mania entre muitos adolescentes, essa ferramenta de interação para ensinar já originou até um novo verbo empregado para explicar o que se faz na Internet: “twittar”. E o professor que não quer perder a atenção de seus alunos ,não deixa escapar oportunidades e percebe a importância das TICs na educação se rende a essa nova conjugação.E você já “twittou” com seus alunos hoje?
--Anne 13h03min de 20 de Maio de 2011 (BRT)Acho válida a reportagem que a colega Deilza escolheu,mas acho também que a educação no Brasil está longe dessa realidade virtual, principalmente em uma rede social em que todas as indicações são em espanhol ou em inglês, como no nosso país nossos alunos mal sabem a ortografia e a língua portuguesa, fica um pouco difícil implementar o twitter nas escolas. Sinto que a educação no Brasil vai além da capacidade que temos de mudar, a gestão participativa é primordial para qualquer tipo de avanço para que um dia quem sabe, possamos incluir a informática com total comfiança! Anne Gass - matrícula: 10116080005
Fontes: http://comunicatec.uniriotec.br
Facebook na Educação
Introdução
Com o lançamento do Guia do Facebook para Educadores, que ainda não tive tempo de ler, é possível que muitos educadores “deslumbrados” com o uso das TICs na Educação se sintam entusiasmados para experimentá-lo em suas práticas educativas.
Acho louvável o espírito de experimentação e inovação em educadores (e em qualquer profissional!), mas acho também igualmente (ou até mais) louvável o espírito crítico para fazer escolhas sensatas e não apenas surfar hypes em busca de uma “tag de inovador“!
Não precisamos procurar muito, caro leitor, para observar vários projetos de uso de TICs em Educação, que se autodenominam “inovadores” mas que simplesmente dão roupagem tecnológica às mesmas velhas práticas educacionais do Século XIX: Uso de Tecnologia para Transmitir conteúdos disciplinares previamente escolhidos pelos “ensinadores” .
Porque a questão da escolha de uma plataforma/tecnologia/ferramenta para o desenvolvimento de práticas educativas não é uma questão trivial e muito menos neutra pretendo expor três considerações sobre o tema, que devem ser entendidos como um convite para a reflexão conjunta e não um veredicto final.
Fontes: http://emrede.blog.br
O USO PEDAGOGICO DO ORKUT NA EDUCAÇÃO
Esse estudo faz parte da reflexão em desenvolviment na pesquisa “Leitura na Tela” compreender
a leitura virtual de professores e estudantes de Educação básica e formar para
os novos tempos”. Ela pretende conhecer, descrever, analisar e interpretar os modos de
leitura na tela por professores e alunos de 25 escolas de oito cidades do estado de Goiás na
região centro oeste do Brasil.
Atualmente, as novas tecnologias fazem parte do cotidiano da maioria dos
adolescentes e jovens e esta realidade não pode ser ignorada pela escola. Com as novas
tecnologias veio o uso da internet que oferece a todos um campo vasto e riquíssimo de
recursos virtuais que podem ser usados para comunicação, pesquisa, produção de
conhecimento entre outros. Segundo Moran (1997), “mais que a tecnologia o que facilita o
processo de ensinoaprendizagem
é a capacidade de comunicação autêntica do professor, de
estabelecer relações de confiança com os seus alunos, pelo equilíbrio, competência e
simpatia com que atua” (p. 146153).
Um desses recursos virtuais é o Orkut, uma ferramenta de relacionamento mesclado
a entretenimento, um ambiente de fácil navegação através de ícones que dão acesso a todos
os ambientes. Mesmo tendo o mínimo conhecimento de informática, qualquer um pode
manejálo
com sucesso. Cada usuário tem uma página na qual pode exibir seu perfil com
fotos, trocar informações e participar de grupos de discussão
O Orkut oferece muitas formas de interação com diversas pessoas, estimulando o
contato com a diversidade social, as pessoas que o utilizam são das mais variadas culturas e
personalidades. Com este recurso virtual, é possível a criação de comunidades contendo
conteúdos a serem discutidos pelos alunos em sala de aula, envolvendo temas transversais
como: sexualidade, drogas, violência, meio ambiente etc. Sendo que estas discussões podem
ser mediadas pelo professor.
A pratica do Orkut pode auxiliar o professor na sua tarefa de ensinar uma vez que as
possibilidades que o ambiente disponibiliza são inúmeras. Como destaca Moran (1997), “o
¹ PBIC/UEG – aluna do curso de Pedagogia da UnUCSEH.
² Mestre em Ciência da Educação Superior ,pesquisadora e colaboradora do projeto “Leitura
na Tela”.
educador continua sendo importante, ele se torna um pesquisador junto com os alunos e
articulador de aprendizagens ativas, um conselheiro de pessoas diferentes, um avaliador dos
resultados. O papel dele é mais nobre, menos repetitivo e mais criativo do que na escola.
Para Kenski (2005), não é possível pensar na prática docente sem pensar, na pessoa
do professor, nas suas condições de trabalho, em sua formação inicial e continuada. É
necessário repensar a jornada de trabalho do professor, pois devese
incluir em sua carga
horária de trabalho o tempo para pesquisar as melhores formas interativas de desenvolver as
atividades usando os recursos multimediáticos disponíveis. Incluir tempo para a discussão,
com seus pares, de novos caminhos e possibilidades de exploração desses recursos e para
refletir sobre todos os encaminhamentos realizados, partilhar experiências e assumir a
fragmentação das informações, como um momento didático significativo para a recriação e
emancipação dos saberes.
Nessa perspectiva, este estudo tem por objetivo mostrar o uso pedagógico do Orkut, já
que ele é um bom instrumento de troca de conhecimentos e informações entre professores e
alunos.
A problemática deste texto é a de ampliação de conhecimentos sobre a forma de uso
do recurso virtual nas salas de aula e de como os professores podem utilizar de maneira
pedagógica o Orkut, aliando conteúdo e interação e assim fazendo com que os alunos
conheçam os diferentes ambientes e comunidades em que são discutidos diversos temas.
O Orkut é mais uma proposta que pode tornar o processo ensino/ aprendizagem mais
significativa e contribuir para a inclusão digital, sendo esta também mais uma forma, de
integrar tecnologia e educação.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MORAN, José Manuel. Como Utilizar a Internet na Educação. In: Revista Ciência da Informação, v. 26,
n.2, maiago
1997, p. 146153.
Disponível no site. http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S010019651997000200006
Acesso ou capturado em < 25.08.2009>
KENSKI, Vani. NOVAS TECNOLOGIAS, O REDIMENSIONAMENTO DO ESPAÇO E DO TEMPO E OS
IMPACTOS NO TRABALHO DOCENTE. 2005. Disponível no site.
http://www.serprofessoruniversitario.pr o.br/ler.php?modulo=18&texto=1106 . Acesso ou capturado em
<28.08.2009>
¹ PBIC/UEG – aluna do curso de Pedagogia da UnUCSEH.
² Mestre em Ciência da Educação Superior ,pesquisadora e colaboradora do projeto “Leitura
na Tela”.
Janyelly Maria Silva Becker – UEG¹
Eliane Gonçalves Costa Anderi /Prof. orientadora/UEG – ²
Fonte: http://www.unucseh.ueg.br
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Aulas de hoje 29/30
As aulas de hoje foram baseada nas tecnologias inalcançáveis nos tempos de hoje, que se refletem nas expectativas vividas diariamente com os alunos numa sala de aula. Os ambientes virtuais proporcionam uma grande parte da facilidade dessas tecnologias para a realidade cotidiana vivida dos alunos, principalmente aqueles que não tem facilidade para manusear esse tipo de tecnologia ou aqueles que não acesso a esses recursos ainda, é questão de doar a essa área e mostrar o melhor de si, provando que tem capacidade de se inteirar nesse mundo.
domingo, 28 de agosto de 2011
Os filhos da era digital e o processo de aprendizagem
Por, Edvânia, Junny e Thalita.
O uso da internet no processo de aprendizagem de cada aluno, se torna mais eficiente a partir do momento que as tecnologias se adaptam ainda mais ao universo delas, é uma linha muito curta que separa tecnologia e suas diversidades da vida pessoal de qualquer pessoa, inclusive dos menores, que já tem o privilégio de nascer nesse mundo de saberes. E é aí que se encontra a facilidade no processo de aprendizagem de cada um. Ao contrário das crianças que há 10 anos atrás não sabiam manusear essas tecnologias, hoje vemos crianças na mesma faixa etária querendo até saber mais que o professor, e isso é um fato quando trazemos isso a nossa realidade.
É daí que parte o termo "Nativos digitais", pois são esses pequenos que já nascem e crescem dentro de uma sociedade tecnológica digital que automaticamente vai se evoluindo.
Já os imigrantes digitais são os que mais são "afetados", pois eles viram as tecnologias nascerem e tiveram que se adaptar a ela em uma fase já tão avançada, ou seja tiveram que se equilibrar nesse meio tecnológico.
O professor no papel de "imigrante digital" deve então se atualizar com novidades relacionadas a esse meio, utilizando métodos que possam incentivar seus alunos a crescer aprendendo, fazendo um bem se tornar um bem maior ainda, orientando e acompanhando esse processo de aprendizagem.
O uso da internet no processo de aprendizagem de cada aluno, se torna mais eficiente a partir do momento que as tecnologias se adaptam ainda mais ao universo delas, é uma linha muito curta que separa tecnologia e suas diversidades da vida pessoal de qualquer pessoa, inclusive dos menores, que já tem o privilégio de nascer nesse mundo de saberes. E é aí que se encontra a facilidade no processo de aprendizagem de cada um. Ao contrário das crianças que há 10 anos atrás não sabiam manusear essas tecnologias, hoje vemos crianças na mesma faixa etária querendo até saber mais que o professor, e isso é um fato quando trazemos isso a nossa realidade.
É daí que parte o termo "Nativos digitais", pois são esses pequenos que já nascem e crescem dentro de uma sociedade tecnológica digital que automaticamente vai se evoluindo.
Já os imigrantes digitais são os que mais são "afetados", pois eles viram as tecnologias nascerem e tiveram que se adaptar a ela em uma fase já tão avançada, ou seja tiveram que se equilibrar nesse meio tecnológico.
O professor no papel de "imigrante digital" deve então se atualizar com novidades relacionadas a esse meio, utilizando métodos que possam incentivar seus alunos a crescer aprendendo, fazendo um bem se tornar um bem maior ainda, orientando e acompanhando esse processo de aprendizagem.
Informática na Educação Infantil
Quando o professor fizer uso do software educacional deverá:
⇒ Estar atualizado com relação ao planejamento escolar de cada classe;
⇒ Promover encontros com os professores de sala para melhor adequação
do software a ser trabalhado;
⇒ Analisar e organizar o que será utilizado do software para cada idade;
⇒ Verificar quanto à adequação da linguagem e faixa etária a que se
destina o software a ser utilizado;
⇒ Estabelecer a quantidade de aula para utilização do software;
⇒ Acomodar no máximo dois alunos por computador;
⇒ Estar sempre atento para que as duas crianças utilizem o computador e
verificar se as mesmas apresentam alguma dificuldade;
⇒ Utilizar o mesmo software por várias aulas, dependendo da dinâmica da
aula, da qualidade do software e das estratégias pedagógicas; pois a
utilização do mesmo sem o devido cuidado poderá desmotivar o aluno
FONTE: Deskvision
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sábado, 27 de agosto de 2011
A Informática e a alfabetização de crianças cegas.
As Possibilidades do uso da informática na alfabetização de crianças cegas.
Os poucos artigos encontrados sobre alfabetização de pessoas cegas, se referem que este processo é feito através do uso do Sistema Braille. Porém no contato diário com um aluno cego em fase de alfabetização percebe-se que a relação grafema (e aqui me refiro ao nome da letra)/fonema se deu muito antes dele saberem ler e escrever em Braile, ele descobriu o funcionamento da língua escrita antes de saber ler e escrever os pontos em Braille. Ele aprendeu o nome das letras e o som das letras através da discriminação auditiva e passam a dizer com que letras se escreve determinada palavra e se soletrava as letras da palavra ele era capazes de dizer que palavra estava sendo falada.
O aprendizado do Sistema Braille requer memorização, concentração e abstração por parte da criança em fase de alfabetização, comportamento que creio não ser muito fácil de se alcançar em uma idade tão tenra, mais difícil ainda se esta criança apresentar outras dificuldades associadas a cegueira.
O uso da Informática na alfabetização destas crianças é uma ferramenta que vem facilitar suas vidas e possibilitar um contato mais prazeroso com o mundo da escrita e da leitura. Através do uso de determinados programas a criança passa a interagir com a leitura e a escrita, e o próprio uso do Sistema Braille de forma divertida.
Pesquisando sobre o uso da informática na alfabetização de crianças cegas encontrei o Projeto DEDINHO - Alfabetização de crianças cegas com ajuda do computador, que esta sendo aplicado na Sociedade de Assistência aos Cegos de Fortaleza, achei uma iniciativa excelente vale a pena ler.
O projeto aborda alguns softwares que auxiliam uma pessoa no nível de pré-alfabetização, partindo de graus de complexidade crescente, mas basicamente partindo do som. Através desse projeto e da observação do cotidiano de uma classe de alfabetização pode-se afirmar que o desenvolvimento da informática tem aberto um novo mundo recheado de possibilidades comunicativas e de acesso à informação.
Para o auxilio dos cegos na manipulação do computador há softwares mais sofisticados que que podem ler toda o ecrã - tela - do computador, uma determinada linha selecionada, uma palavra ou mesmo caracteres, quando temos alguma dúvida sobre o que está escrito.
Após certo domínio da escrita, hoje, um cego não só pode navegar pelas páginas da Internet como também produzi-las, trocar e-mails com pessoas de qualquer parte do mundo, participar em chats, ler jornais e revistas, fazer compras, fazer cursos on-line, ter acesso a manuais, informação em geral, a prestadoras de serviços, jogos de entretenimento enfim, quase tudo que a WEB pode oferecer aos seus utilizadores.
Contudo, é preciso levar em conta que tudo isso depende muito dos recursos financeiros individuais, da atualização das instituições de/para cegos, das faculdades e escolas regulares em absorver essas novas necessidades especiais.
Além dos softwares como os leitores de ecrã e os sintetizadores de voz, que traduzem em informação sonora o conteúdo visual do ecrã, existem outros programas como o Openbook e o Jaws que, conjugados, permitem a leitura sonora de qualquer informação em papel. Com o scanner, o Openbook passa o texto do papel para o ecrã e depois o Jaws encarrega-se de traduzir o conteúdo em informação sonora.
É possível ler mais sobre o assunto no artigo Material Pedagógico e Tecnologias Assistivas elaborado por Elisabete Dias de Sá.
Fonte: Provirtual
Nossa Experiência, 1° Seminário.
Bem, apresentar o seminário com o tema "O professor em ambientes virtuais", na segunda passada (22/08), foi muito inovador e eficaz, pois exploramos uma área que todo professor deveria ter conhecimento ao nosso ponto de vista.
Abordamos pontos específicos dentro desses limites tecnológicos, que mostraram a nós, futuras(os) educadores, como é fácil lidar com as tecnologias e trabalhá-las com nossos alunos em uma sala de aula, de forma dinâmica e prática em um futuro próximo.
O objetivo desse tema foi trazer a discussão para a nossa realidade, pois vivemos em um século que requer recursos e experiências desse tipo, e porquê não trazê-lo ao nosso dia-a-dia?
A experiência em termos gerais foi ótima, pois descobrimos e compartilhamos determinados pontos que não sabíamos, levando essas tecnologias para o meio da educação.

Enfim, nosso grupo espera poder sempre levar um tema simples, a uma grande discussão, ultrapassando limites e trocando várias experiências com os temas abordados.
Apresentação do seminário, Junny, Edvânia e Thalita
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Aula 15/08 TIC
A aula de hoje foi voltada para o tema "O que é aprender?"
Nos levando a questionar o que significa aprendizagem, e que ela é formada a partir de uma construção de um conhecimento compartilhado onde todos participam desse projeto.
Foi discutido também a questão da tecnologia na educação e nos tempos de hoje, onde foi destacado a relação da mídia e tecnologia e a importância no nosso dia-a-dia, onde podemos tirar proveito disso na área da educação.
Também foi abordado o uso do Twitter, e como utilizar essa rede para troca de informações educativas.
Junny, Thalita e Edvânia
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
RESUMO DO CAPÍTULO I: ESTRATÉGIAS DIDÁTICAS UTILIZANDO INTERNET
Sabemos que a internet é uma ferramenta que necessita de um trabalho cuidadoso para ser usado na grade curricular de uma escola.
Podemos aprender muito com a internet quando ela é usada como forma de aprendizagem para os alunos, buscando integrar didaticamente os conteúdos de forma mais significativa e interessante na sala de aula. Porém, muitos acreditam que a internet possa atrapalhar a vida da maioria dos alunos em termos gerais durante o dia-a-dia e é aí que entra o profissional para destrinchar essa ideia e mostrar estratégias didáticas na utilização da internet.
Existem muitos meios de ampliar os conhecimentos através da internet, e alguns deles podem ser através de:
Revistas eletrônicas – produzidas expressamente para distribuição online. Diferente de revistas impressas, as digitais são hipertextuais (oferecem, por exemplo, sons e imagens em movimento).
Sites educativos – proporcionam aos usuários acesso a recursos didáticos, para fins educativos. Podem ser de vários tipos (Espaços de desenvolvimentos tutorizados, materiais didáticos para uso online, publicações educativas etc).
Museus virtuais – A proposta dessa atividade é o conhecimento através de uma viagem on-line que o indivíduo pode fazer através de referências ou temas destacados na sala de aula, antes da atividade ser posta em prática, levando a um foco que possa explorar diversos caminhos.
Ensinando com histórias infantis – Esse método é bem interessante, pois tem uma capacidade de trazer bons resultados a partir do momento em que surge a imaginação, pois encantam crianças de qualquer idade levando a um mundo oposto ao que vivemos. Contar histórias é uma parte divertida do nosso ponto de vista, pois como o próprio livro já diz pode tanto ajudar no relacionamento professor-aluno quanto leva a emoção e ao encantamento do mesmo. Pesquisas mais profunda dessas histórias devem ser feitas em grupos, para a elaboração de entrevista com autores através de chats ao vivo, jornais literários entre outros. Encontram-se variedades de sites de/com histórias literárias, que fazem a cabeça das crianças, na internet.
Atividades que podem ser realizadas com o uso da Internet.
- Pesquisas Online:
São fundamentais, pois fazem com que os alunos sejam estimulados a investigar, analisar e selecionar os pontos mais relevantes dos textos e sites buscados.
Em uma pesquisa o professor tem um papel importante escolhendo o tema e motivando os alunos.
Com uma vasta dinâmica, dando referencias e deixando que eles usem a sua experiência para executa-la e ampliar a diversidade de resultados e conclusões, que podem ser compartilhadas e assim aumentando não só os conhecimentos dos alunos, como também os do coordenador da atividade. Podem-se obter resultados iguais por grupos diferentes em algumas ocasiões, mas que serão vistos de vários pontos e com conclusões distintas.
- Viagens Virtuais:
Uma atividade importante para enriquecer as experiências dos alunos. É uma alternativa, atrativa, e econômica, já que não existe custo de transportes. São como excursões a lugares representados por imagens e vídeos. O professor deve preparar uma breve programação de custo e tempo que levará a viagem.
- Desafio colaborativo:
Estudantes trabalham em prol de enfrentar desafios e questões complexas. O objetivo de trabalho é marcar encontros virtuais em chats ou até mesmo juntar-se em grupo na aula para debater questões relacionadas desde problemas de matemática até uma sequencia de obstáculos virtuais.
Esse desafio é usado com o aluno pra ele perceber o que tem de enfrentar dentro da sua realidade enquanto estudante, como por exemplo, com estudantes que tem certas dificuldades para trabalhar em grupo e é exatamente isso que deve ser trabalhado, para conquistar a confiança desses estudantes ao longo do tempo.
Portanto, tiramos a conclusão que educação com o uso da Internet é um recurso que requer planejamentos cuidadosos, organizados didaticamente, podendo ser trabalhos voltados para a solução de problemas, para formar ideias coletivas de interesse de todo o grupo, promovendo atividades propostas para obter conhecimentos presentes nas disciplinas e nas experiências vividas com todos.
Dessa forma o trabalho, seja qual for a didática usada, torna-se dinâmico e eficaz, ao mesmo tempo em que se precede um trabalho com seriedade e disciplina dentro de um mundo virtual.
Edvânia, Junny e Thalitta.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Apresentação: Quem somos nós?
Olá, Somos três alunas do primeiro período de pedagogia 2011.2(Edvânia Grayce, Junny e Thalita Carla), e temos a pretensão de nos aprofundar o máximo possível com esta disciplina(Educação e Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação), pois já temos algumas experiências relacionadas a blogs, redes sociais, entre outros.
Com união, temos o objetivo de em breve crescer junto ao nosso blog da melhor maneira possível, contando com o auxílio do Professor Fernando Pimentel e buscar sempre melhorar na medida em que o nosso grupo for compartilhando idéias.
Portanto, Sejam bem-vindos.
Maceió-AL
UFAL 2011
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